sábado, 9 de março de 2013




Un eroe italiano morto nella  Rivoluzione Costituzionalista 1932






Alfredo Albertini - Volontariato 1932
* 17/02/1900  +02/09/1932
Nato a Roma / Italia è stata risolta nel Santos / SP, dove ha lavorato come meccanico e pilota.
Veterano della Prima Guerra Mondiale, quando lo scoppio della rivoluzione costituzionale del 1932, si arruolò nelle Santos navali e  il 15 luglio era al fronte di battaglia a Silveiras.
Promosso da coraggio in combattimento, trovò la morte in difesa di una trincea durante la mattina del 2 settembre 1932. Il suo corpo è stato trasferito al cimitero di Paquetá Santos.
Figlio di Rose e Frabbertti Serafino Albertini, i fratelli sinistra Amalio ed Elvira.
Il 21/08/1937 il sindaco di Santos, Iguatemi Martins, la legge promulgata n 906 battezzare una delle strade Marape con il nome di Alfredo Albertini.

Fonti: Libro "Cruzes Paulistas" pubblicato nel 1936 con i dati compilati da Oswaldo Bretas Soares. "Santa Sede" Rodrigues Olao e la collaborazione dell'Associazione dei Combattenti del 1932 - Santi, fondati su 1958/06/27 e considerati servizi pubblici - la legge n 2867/64





Un héroe español de la Revolución Constitucionalista 1932







Cesar Matheus - fotoperiodista 1932
* 11/03/1895 +29/09/1932
Nacido en Granada - España y residente en Brasil, trabajando como fotoperiodista en el diario A Tribuna de Santos cuando la Revolución Constitucionalista de 1932 estalló.
Enviado a las líneas del frente para grabar imágenes del conflicto, tuvo una muerte trágica. El coche que transportaba sufrió una falla mecánica y se detuvo para reparar la carretera. Matheus, quien vino a ver, fue golpeado por otro coche de carreras que pasa, y murió poco después en el hospital Pindamonhangaba.
Él era el hijo de Angelina y Matheus Matheus Olochio. Casado Aurelia Penha Mattos, dejó cinco hijos: Carlos, Liana, Cesar, Nair y Celso.
Fuente: Libro "Cruzes Paulistas", publicado en 1936 con datos compilados por Oswaldo Bretas Soares, y la colaboración de la Asociación de Combatientes de 1932 - Santos, fundada el 27/06/1958 y considera los servicios públicos - Ley N º 2867/64





Die fünf deutschen Bürger, die aus Sao Paulo in der Constitutionalist Revolution-1932 starb










Os cinco cidadãos alemães que morreram por São Paulo na Revolução Constitucionalista de 1932


1º Walter Voss; alemão

2ºWilly Scheeschmidt; alemão

3ºJoão Joaquim Boehm; alemão

4º Curt Mirwald; alemão

5º Carlos Francisco Leis; alemão



O MEIO BATALHÃO DE " ÍNDIOS " COMO FOI CHAMADO PELO CAPITÃO AMILCAR SALGADO EM CRUZEIRO DURANTE A REVOLUÇÃO DE 1932,ERA COMPOSTO POR ALEMÃES E HÚNGAROS,MUITO HÉROIS DA 1º GUERRA MUNDIAL! ESTE BATALHÃO CANTAVA CANÇÕES,COMO ESTÁ QUE ESTÁ ABAIXO DO YOUTUBE E ALGUNS SOLDADOS ALEMÃES,USAVAM CAPACETES DE AÇO ALEMÃO DA 1º GUERRA!! ACREDITEM,ISSO ESTÁ TUDO DOCUMENTADO NO LIVRO "A EPÓPEA DE S.PAULO"DE 1932!!! VALE A PENA OUVIR ESTÁ BELA CANÇÃO ALEMÃ DO SÉCULO 19.





sexta-feira, 8 de março de 2013







Alexandre Poludarow
O russo que lutou e morreu pela Constituição do Brasil em 1932

Александр "Poludarow"
Русские, кто боролся и погиб за Конституцию Бразилии в 1932 году










9 de Julho de 1932 é uma data representativa na História do Brasil. É o marco da Revolução Constitucionalista que o Estado de São Paulo deflagrou contra o estado ditatorial de Getúlio Vargas. Neste 9 de julho de 2012 comemoramos 80 anos de sacrifícios de diversos paulistas, brasileiros e estrangeiros que perceberam que lutar pela liberdade é um grande valor, mesmo que a morte seja a única certeza.

A Revolução Constitucionalista teve sua derrota, mas a guerra, não, pois em 1934 a luta paulista conseguiu seu ideal, a nova Constituição.

Nessa luta de heróis, políticos, soldados, anônimos e brasileiros, diversos estrangeiros em solo do Brasil tiveram destaque. E um deles foi o russo Alexandre Poludarow, que agiu como grande voluntário pela causa da liberdade e da Constituição brasileira.

Alexandre Poludarow incorporou-se ao Exército Constitucionalista na Capital, em São Paulo, seguindo para a Zona Sul de combate, como comandante do Primeiro Batalhão Bandeirantes, no dia 18 de setembro de 1932. Ele já era um militar experiente, e muito culto. Oficial do Exército Russo, do Regimento de Cossacos do Czar, veterano da Grande Guerra, Poludarow estava sempre prestes a servir à força do combate. Em 29 de setembro de 1932, em consequência de grave ferimento a bala no estômago, ele faleceu no rio Guapiara, na Zona Sul do Estado de São Paulo. Seu corpo foi transportado para a capital, onde lhe foi dada sepultura com todas as honras militares no Cemitério São Paulo.

Alexandre Poludarow nasceu em Rostoff, na Rússia, no dia 30 de agosto de 1893. Era filho de Theodoro e Anna Poludarow. Deixou viúva Olga Poludarow, e uma filha de nome Margarida. Poludarow adotou a cidade de São Paulo e o Brasil como lar e nova vida de negócios, mas sua alma militar foi além. A força russa que ajudou São Paulo e o Brasil pela Constituição.

[Nota: Este texto foi produzido a partir da obra “Cruzes Paulistas”, de 1936, produzida pela comissão em prol do Mausoléu ao Soldado Paulista de 1932, e em que constam os dados de Alexandre Poludarow. O texto é uma justa homenagem a todos que tombaram pela liberdade do Brasil.